Vídeos nas redes sociais mostram consumidores indignados com o aumento do custo de vida. Um deles afirma que a compra mensal subiu de R$ 600 para mais de R$ 1.100. A insatisfação é direcionada ao governo Lula, acusado de criar dezenas de novos tributos.
"Nem sopa o pobre tá podendo fazer."
Uma onda de vídeos nas redes sociais tem mostrado consumidores brasileiros indignados com o aumento dos preços de alimentos e produtos de higiene. Em uma das gravações, uma pessoa afirma que sua compra mensal, que há dois anos custava R$ 600, hoje não sai por menos de R$ 1.100. Outra consumidora relata ter gasto R$ 400 apenas com itens básicos de higiene pessoal, questionando como uma família que ganha salário mínimo consegue sobreviver. A frase 'Nem sopa o pobre tá podendo fazer' resume o sentimento de revolta.
Segundo os vídeos compilados pelo canal Meta Mapa, a alta dos preços seria consequência direta das medidas do governo Lula. Um dos consumidores afirma que, desde 2023, o governo teria criado entre 24 e 38 alterações tributárias, incluindo novos impostos e elevação de alíquotas. Em contraste, o governo anterior, de Jair Bolsonaro, não teria criado novos impostos federais, tendo adotado uma postura de desoneração. O vídeo destaca que o preço do feijão carioca, que era de R$ 5,49, chega a R$ 8,99 em promoção, e que a sardinha, antes considerada acessível, agora custa R$ 7,30 a embalagem.
A repercussão dos vídeos expõe a insatisfação popular com a situação econômica. Consumidores afirmam que 'não dá mais para viver' e que o 'poder de compra do real acabou'. Um comerciante relata que julho foi o pior mês em 15 anos de loja, com vendas praticamente paradas. A crítica é direcionada ao governo Lula, que, segundo os vídeos, prometeu melhorias, mas teria agravado a crise. 'Vocês ainda vão continuar fazendo Lula em outubro?', questiona um dos consumidores, referindo-se às eleições.