O ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro por 30 dias, incluindo familiares e políticos. A decisão gerou forte reação nas redes sociais, com críticas à medida.
"Só falta matar o Bolsonaro. Porque calar a boca do Bolsonaro já calaram. Botaram ele no cativeiro. Incomunicável."
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria proibido o ex-presidente Jair Bolsonaro de receber visitas de familiares e políticos por um período de 30 dias. A decisão, que inclui a suspensão de encontros com o filho Flávio Bolsonaro e com o presidente argentino Javier Milei, gerou forte reação entre apoiadores do ex-presidente, que classificaram a medida como arbitrária e desumana.
Segundo o vídeo, a decisão de Moraes teria sido motivada por uma carta divulgada por Bolsonaro, que o ministro entendeu como tentativa de comunicação política. A restrição impede que Bolsonaro receba visitas com finalidade política até o fim das eleições de 2026. Críticos apontaram que a medida é mais severa do que as aplicadas a outros presos, incluindo o ex-presidente Lula, que durante sua prisão recebia visitas de aliados e da família.
A repercussão foi imediata nas redes sociais, com muitos comparando a situação a um 'cativeiro' e questionando a legalidade da decisão. O presidente argentino Javier Milei, que planejava visitar Bolsonaro, também foi impedido. A oposição prometeu pressionar o Congresso por um impeachment de Moraes, enquanto aliados do governo defendem a medida como necessária para garantir a ordem jurídica.