Um vídeo do canal Meta Mapa afirma que o presidente Lula teria assinado um decreto que permite ao governo controlar o conteúdo das redes sociais, alegando combate a fake news. O locutor critica a medida como censura e aponta que o diretor da ANPD seria indicado por Lula. A oposição reage e defende a renovação do Congresso.
"O cara tá dizendo na sua frente que ele vai controlar o que você assiste, ele vai controlar o que você vê, ele vai controlar o que você compartilha."
Um vídeo publicado pelo canal Meta Mapa alega que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria autorizado, por meio de um decreto, a censura nas redes sociais. Segundo o locutor, a medida entraria em vigor a partir de 20 de julho e daria ao governo o poder de controlar o que os usuários assistem, veem e compartilham. A justificativa oficial seria a regulamentação das plataformas para combater fake news, mas o vídeo sustenta que o objetivo real é silenciar críticas ao governo e à esquerda.
O vídeo menciona que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) seriam os órgãos responsáveis pela fiscalização e punição. O locutor destaca que o presidente teria o poder de indicar o diretor da ANPD, o que, segundo ele, configuraria um controle centralizado. A frase mais impactante é: "O cara tá dizendo na sua frente que ele vai controlar o que você assiste, ele vai controlar o que você vê, ele vai controlar o que você compartilha." O autor do vídeo também critica a suposta parcialidade, afirmando que conteúdos contra a direita seriam permitidos, enquanto críticas ao governo seriam suprimidas.
A repercussão entre apoiadores da oposição tem sido de indignação. O vídeo convoca os espectadores a renovar o Congresso Nacional nas próximas eleições, elegendo deputados e senadores que enfrentem o que chama de "tirania". A alegação de censura reacende o debate sobre a liberdade de expressão no Brasil e a regulação das plataformas digitais, tema que divide opiniões entre defensores do combate à desinformação e críticos que veem risco de autoritarismo.