O governo americano oficializou tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com o secretário Marco Rubio afirmando que Lula não negociou de boa fé e priorizou o próprio ego. O representante de comércio dos EUA também citou barreiras comerciais e falhas anticorrupção no Brasil.
"O presidente Lula e o seu governo não negociariam com os Estados Unidos de boa fé. Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Durante o último ano, Lula priorizou seu próprio ego em detrimento de um acordo que beneficiasse o povo brasileiro."
O governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, em uma decisão que gerou forte reação diplomática. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, publicou uma declaração oficial atribuindo a responsabilidade diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o governo brasileiro não teria negociado de boa fé. A medida, segundo Rubio, seria o preço a pagar pelas políticas econômicas adotadas pelo Brasil.
Na declaração, Rubio teria dito: “O presidente Lula e o seu governo não negociariam com os Estados Unidos de boa fé. Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Durante o último ano, Lula priorizou seu próprio ego em detrimento de um acordo que beneficiasse o povo brasileiro.” Em resposta, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, classificou as falas como “inaceitáveis, ofensivas, grosseiras e arrogantes”, defendendo que o Brasil buscou o diálogo desde o início.
O representante de comércio dos EUA, Jameson Greer, detalhou os motivos técnicos da tarifa, citando práticas brasileiras como ordens sigilosas de tribunais contra empresas de tecnologia americanas e falhas na legislação anticorrupção. A repercussão expõe a deterioração das relações bilaterais, com críticas também à postura do governo Lula em meio a alegações de que o presidente teria priorizado interesses eleitorais em detrimento de acordos comerciais.